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Moradores de Pedrinhas Colaboram em Reunião de Pesquisa.

Associação de Moradores de Pedrinhas abre as portas para reunião do Plano estratégico de Desenvolvimento Sustentável, que foi realizada nesta segunda feira (16/07/2012). Realizada pela Prefeitura de Ilha Comprida em parceria com a fundação para Pesquisa em Arquitetura e Ambiente (Fupam) e o Núcleo de Pesquisa em tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (Nutau). A reunião foi Coordenada pelos Profissionais da USP Arquitetos, Senhora Catharina Pinheiro, Senhor Caio; que ouvirão relatos de moradores presentes sobre o que Pedrinhas têm e precisa melhorar, ou seja, os visitantes profissionais arquitetos realizaram a reunião para ouvir os moradores presentes, e elaborarão de um projeto para colaboração da pesquisa do Plano estratégico do Município, com dados levantados nesta reunião. A palestrante Catharina saiu satisfeita com o grande conteúdo de informações e sugestões apresentadas pelos moradores presente. Acredito que a pesquisa deve abranger balneários vizinhos com reuniões futuras, que tem muitos problemas e sugestões a enriquecer o estudo em tese. Estiveram presentes na reunião o vice Prefeito Nezinho, Fátima Lisboa Colaço - secretaria executiva do conselho gestor da APA Ilha Comprida, a Presidente da AMAPB Senhora Ivone Paulucci Lisboa, o Senhor Jonatas Matias Diretor da AMAPB, Senhora Ivana Mendes, a Representante do CRAS senhora Kelli Cristina Rocha e demais moradores de Pedrinhas e de Outros balneários.

Filho da Mata.

 Diz à lenda que o filho na mata não gosta de barulho de automóvel na estrada de Pedrinhas, que quando é surpreendido em suas caminhadas e avista veiculo com condutor com alto teor de álcool no sangue ele dá um tapa no veiculo e põem-no para fora da estrada. Outros dizem que há um imã neste trecho, e os carros quando passam muito próximos são
 puxados para
dentro da vala. Nesta mesma curva já caíram muitos veículos ficando praticamente na mesma posição. O condutor deste veículo não se machucou, e o carro foi retirado com ajuda do busão. Bem nem precisamos falar né que álcool e volante não combina, ou seja se beber não dirija, se for beber ai me convida, rsrsrs e mantenha a velocidade reduzida na estrada de Pedrinhas. Velocidade máxima permitida 40 km.
Jonatas Matias


 


Foto : Jonatas Matias 10-06-12- Estrada de Pedrinhas- Ilha Comprida-SP

Escamas de peixes viram flores, na comunidade de Pedrinhas.

Moradores receberam de surpresa a visita da Mari pescadora e a Artesã Sonia Pereira, batendo de porta em porta nas casas dos moradores da comunidade de pedrinhas nesta terça 22/05/2012, convidando-os a participar do curso de artesanato em escama de Peixes. Duas ex- Pescadoras, com muita garra e entusiasmo mostraram peças de artesanatos confeccionadas com escama e peles de peixes, aos moradores e palestraram o curso. Realizado entre os dias 23,24 e 25 de maio, ministrado pela professora e Artesã Sônia Pereira, sobre coordenação da Mari Pescadora. Os alunos participaram com aulas praticas de como tratar adequadamente as escamas e peles de peixe, colorir e fabricar peças de artesanatos aprenderam a confeccionar, brincos colar, pulseiras, chaveiros e arranjos de flores. Veja as peças fabricadas por minha esposa e eu.

arranjo de flores da turma do curso


Aluna Maria e a Artesã Sônia Pereira

Vila de Pedrinhas no Rota do Sol...

A Jornalista, apresentadora e Editora da Rota do Sol, Rosana Valle, da TV Tribuna gravou reportagem na Vila de Pedrinhas e foi ao ar nesta 10/03/2012 veja fotos e matéria completa no link /Blog da Rosana: Clique aqui.

Roteiros turísticos de Ilha Comprida:


A cidade tem mais de 70 km de praias e fica a 200 km de São Paulo. Para chegar, pegue a Rodovia Régis Bittencourt até o trevo de Iguape, seguindo pela Rodovia Casimiro Teixeira (SP 222).

Sítios arqueológicos –São 28 áreas de preservação permanente, com conchas, ossos e outros materiais acumulados ao longo da história. O mais famoso é o Sambaqui do Nóbrega, que pode ser visitado.

Dunas de Juruvaúva – No passeio é possível conhecer as últimas dunas ainda intocadas do estado de São Paulo. Em alguns pontos, é possível usar as dunas como mirante, o porte da vegetação e aves da região. De lá, há a Trilha de Juruvaúva, com 3.600 metros de extensão e muitos atrativos naturais.

Vila Caiçara - Pedrinhas (almoço caiçara) – os moradores gostam de recepcionar os turistas e conversar. Em muitas vilas, há fogões a lenha, casas de pau-a-pique e pescadores tecendo suas redes. Também é possível comprar peixes. Uma das mais tradicionais da Ilha, a Vila de Pedrinhas, conhecida pela famosa cachaça com cataia. Alguns moradores servem almoço, como a Dona Ivone, mostrada na reportagem...
Capela de Vila Nova – A Capela Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1770. Ao lado, fica o Cemitério Caiçara, no Balneário Vila Nova (KM 17,5 - Boqueirão Sul).

Praia do Boqueirão Norte – É onde há o maior movimento de turistas. As praias da Ilha Comprida são consideradas pela Cetesb como "sistematicamente boas", o mais alto grau de qualidade durante o ano inteiro.

Roteiro de observação de aves – Ilha Comprida oferece aos visitantes roteiros de observação de aves. Um dos destaques na ponta Norte da Ilha é avistar os belos guarás vermelhos que ocupam toda a extensão do estuário lagunar Cananéia-Iguape-Ilha Comprida. A melhor época de observação é entre meses de setembro e fevereiro. A visitação é monitorada.

Espaço Cultural Plínio Marcos – Promove exposições culturais, mostras permanentes de artesanato e shows. Endereço: Avenida São Paulo, s/n, Balneário Adriana. Funciona diariamente, das 9h às 18h. Telefone: (13) 3842-2124.

Biblioteca Pública Municipal de Ilha Comprida – Rua Júlio de Almeida, 1.300 / De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Vila Nova / Vila Nova da Laje – antiga vila de pescadores, foi sede da Vila de Nossa Senhora da Conceição da Marinha. É cercada de mistérios e lendas. Nela encontra-se o cemitério indígena e um grande sambaqui. Fica em frente ao Farol da Laje (KM 19,75, à direita do Boqueirão Norte).

Trilhas:- Juruvaúva/Pedrinhas: trilha com 7.450 metros de extensão e aproximadamente
três horas de caminhada. O retorno é feito por barcos pelo Mar Pequeno. Esta trilha liga duas comunidades caiçaras, a Vila de Pedrinhas e a Vila de Juruvaúva.

- Vila Nova/Sítio Arthur: trilha com 5.628 metros de extensão e aproximadamente com duas horas de caminhada, com retorno com barcos pelo Mar Pequeno. Esta trilha liga as comunidades caiçaras de Vila Nova ao Sítio Arthur.

- Trincheira: trilha com 2.100 metros de extensão que explora as belezas naturais do extremo Sul da Ilha Comprida. No percurso, avistam-se bromélias, falésias e, com sorte, é possível observar golfinhos no canal de Cananéia.

- Maravilha (Mar-Aves-Ilha) da Ponta da Praia: da trilha é possível observar aves, lagunas, visão panorâmica do estuário, do mar, da Serra do Itatins-Juréia, dunas, lagoa e ruínas. No caminho, pode-se visitar o antigo porto da balsa, onde o artesanato local é vendido.

Informações:
Prefeitura Municipal da Estância Balneária da Ilha CompridaAv. Beira-Mar, 11.000 - Balneário Meu Recanto
Divisão Municipal de Turismo: (13) 3842-7000


Ilha Comprida abriga as últimas dunas ainda intocadas de SP

Show de bola a reportagem da #Ilha Comprida, o Roteiro de Verão completíssimo além de especial as trilhas e Dunas de Pedrinhas, Parabéns equipe Globo. A cidade merece Ilha Comprida agradece um destaque deste em um meio de comunicação tão conceituado como a rede Globo. Confira:

Ilha Comprida abriga as últimas dunas ainda intocadas de SP Cidade do litoral sul tem mais de 70 km de praia. Veja as atrações de Ilha Comprida.

 Extraído: Do G1

Ilha Comprida, no Litoral Sul de São Paulo, é uma cidade quase sem agito. Com 74 km de praia, o município abriga as últimas dunas ainda intocadas do estado. Ilha Comprida fica entre as cidades de Cananeia e Iguape, na região do Vale do Ribeira, e já teve vários nomes – Ilha do Mar, Ilha Grande da Costa do Mar, Ilha do Candapuí e Ilha Branca. A cidade é o primeiro destino do quadro Roteiro de Verão, do SPTV, que mostrará algumas praias do litoral paulista.

Sem casarões ou prédios luxuosos à beira-mar, a cidade encanta pelas belezas naturais. Os pássaros guarás são alguns dos habitantes. Eles ficaram dez anos longe da região, mas voltaram em 2004.

 “Em 2004 foi fotografado o primeiro guará nos manguezais da região. Nos anos seguintes, eles foram reaparecendo. Aumentou para 100, depois pra 500 e hoje são milhares. Eles estão aqui, de acordo com os biólogos, em razão da qualidade ambiental dos manguezais”, conta a presidente da Associação do Grupo de Proteção aos Animais, Márcia Cola.

Nas dunas, a ordem é andar a pé. Na duna de Juruvaúva, a vista é extraordinária. Para refrescar, a opção para o turista é o Rio Vermelho, logo embaixo. No meio da mata, um riacho vermelho, chamado de Cordeirinho. “A água vermelha é por causa da decomposição de matéria orgânica, de raízes e de folhas. Então, ela pega essa tonalidade”, explica o monitor José Del Carlos de Oliveira.

 O rio corta um dos 28 sambaquis da ilha. “Sambaqui quer dizer um monte de conchas, que foi construído por vários anos pelo povo primitivo, antes dos nossos índios. Eles se alimentavam basicamente de ostras. Eles comiam, o resto eles jogavam e acumulava sempre no mesmo local”, fala o monitor.

Para comer, uma das opções é a casa de uma nativa, Ivone. Ela sempre abre as portas de casa para turistas. “É aqui que eu recebo meu pessoal, os turistas, os amigos que vêm aqui passar o final de semana, temporada. Eles, às vezes, não querem fazer comida, então me pedem pra fazer a comidinha caseira. A comida é caiçara, geralmente é peixe”, fala Ivone.

Passeios de triciclos também são opções para quem está na cidade. “O passeio custa R$ 5 por pessoa. As bikes família custam R$ 15. É uma hora de passeio”, orienta Marcelo Ferreira, comerciante. É possível encontrar os triciclos por toda a orla da praia.

Abaixo você confere outros roteiros turísticos de Ilha Comprida. Se quiser, pode imprimir o roteiro com todas as dicas para a viagem.

A cidade tem mais de 70 km de praias e fica a 200 km de São Paulo. Para chegar, pegue a Rodovia Régis Bittencourt até o trevo de Iguape, seguindo pela Rodovia Casimiro Teixeira (SP 222).

Sítios arqueológicos –São 28 áreas de preservação permanente, com conchas, ossos e outros materiais acumulados ao longo da história. O mais famoso é o Sambaqui do Nóbrega, que pode ser visitado.

Dunas de Juruvaúva – No passeio é possível conhecer as últimas dunas ainda intocadas do estado de São Paulo. Em alguns pontos, é possível usar as dunas como mirante, o porte da vegetação e aves da região. De lá, há a Trilha de Juruvaúva, com 3.600 metros de extensão e muitos atrativos naturais.

Vila Caiçara - Pedrinhas (almoço caiçara) – os moradores gostam de recepcionar os turistas e conversar. Em muitas vilas, há fogões a lenha, casas de pau-a-pique e pescadores tecendo suas redes. Também é possível comprar peixes. Uma das mais tradicionais da Ilha, a Vila de Pedrinhas, conhecida pela famosa cachaça com cataia. Alguns moradores servem almoço, como a Dona Ivone, mostrada na reportagem. Para garantir a refeição, o ideal é agendar pelo telefone (13) 3843-9154

Capela de Vila Nova – A Capela Nossa Senhora da Conceição foi construída em 1770. Ao lado, fica o Cemitério Caiçara, no Balneário Vila Nova (KM 17,5 - Boqueirão Sul).

Praia do Boqueirão Norte – É onde há o maior movimento de turistas. As praias da Ilha Comprida são consideradas pela Cetesb como "sistematicamente boas", o mais alto grau de qualidade durante o ano inteiro.

Roteiro de observação de aves – Ilha Comprida oferece aos visitantes roteiros de observação de aves. Um dos destaques na ponta Norte da Ilha é avistar os belos guarás vermelhos que ocupam toda a extensão do estuário lagunar Cananéia-Iguape-Ilha Comprida. A melhor época de observação é entre meses de setembro e fevereiro. A visitação é monitorada.

Espaço Cultural Plínio Marcos – Promove exposições culturais, mostras permanentes de artesanato e shows. Endereço: Avenida São Paulo, s/n, Balneário Adriana. Funciona diariamente, das 9h às 18h. Telefone: (13) 3842-2124.

Biblioteca Pública Municipal de Ilha Comprida – Rua Júlio de Almeida, 1.300 / De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Vila Nova / Vila Nova da Laje – antiga vila de pescadores, foi sede da Vila de Nossa Senhora da Conceição da Marinha. É cercada de mistérios e lendas. Nela encontra-se o cemitério indígena e um grande sambaqui. Fica em frente ao Farol da Laje (KM 19,75, à direita do Boqueirão Norte).

Trilhas:
- Juruvaúva/Pedrinhas: trilha com 7.450 metros de extensão e aproximadamente três horas de caminhada. O retorno é feito por barcos pelo Mar Pequeno. Esta trilha liga duas comunidades caiçaras, a Vila de Pedrinhas e a Vila de Juruvaúva.

 - Vila Nova/Sítio Arthur: trilha com 5.628 metros de extensão e aproximadamente com duas horas de caminhada, com retorno com barcos pelo Mar Pequeno. Esta trilha liga as comunidades caiçaras de Vila Nova ao Sítio Arthur.

 - Trincheira: trilha com 2.100 metros de extensão que explora as belezas naturais do extremo Sul da Ilha Comprida. No percurso, avistam-se bromélias, falésias e, com sorte, é possível observar golfinhos no canal de Cananéia.

- Maravilha (Mar-Aves-Ilha da Ponta da Praia: da trilha é possível observar aves, lagunas, visão panorâmica do estuário, do mar, da Serra do Itatins-Juréia, dunas, lagoa e ruínas. No caminho, pode-se visitar o antigo porto da balsa, onde o artesanato local é vendido.

Informações: Prefeitura Municipal da Estância Balneária da Ilha Comprida Av. Beira-Mar, 11.000 - Balneário Meu Recanto Divisão Municipal de Turismo: (13) 3842-7000

 Extraído/Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/ilha-comprida-abriga-ultimas-dunas-ainda-intocadas-de-sp.html

O perigo das caravelas nas praias de Ilha Comprida/SP.



Como qualquer contato com águas-vivas e com caravelas pode evoluir para um caso grave, é necessário que a pessoa se dirija ao hospital ou pronto-atendimento mais próximo, mesmo quando não aparentar gravidade.
As águas-vivas e caravelas possuem estruturas semelhantes, com a parte de cima do corpo gelatinosa – água-viva – ou como uma bolha flutuante – caravela. O ideal é que os pais orientem seus filhos a respeito da presença destes animais na água do mar e que, ao avistá-los, afaste-se ou deixe o mar.
Apesar de sua cor azul chamar atenção estes animais marinhos tem um tentáculos enorme  que queima a pele e causa vermelhidão.

Inferno de verão
Por:Tito Montenegro
Animais marinhos venenosos como as águas-vivas e as caravelas podem estragar um dia à beira-mar. Uma pesquisa aponta os acidentes mais comuns e como se defender desses bichos esquisitos
O gabinete do professor Vidal Haddad na Universidade Estadual Paulista, em Botucatu, é apertado. O pouco espaço não impede que seus assuntos preferidos estejam pregados nas paredes. A fotografia do time de futebol dos médicos da instituição disputa espaço com outras, de cobras e taturanas.
E a carteirinha de violeiro está perto de imagens de animais aquáticos venenosos, como as águas-vivas e as caravelas. São esses bichos o que mais desperta o interesse do dermatologista atualmente. Durante um ano e meio ele montou base no litoral em busca de acidentes com banhistas.
Daí surgiu uma tese em que avalia e ensina como agir nesses casos.
Botucatu fica a mais de 300 quilômetros do litoral. Para um pesquisador entusiasmado com o seu objeto de estudo, parecia perto o suficiente para que o trajeto fosse vencido quase uma vez por semana. Isso durante longos 18 meses. O resultado valeu a pena. Haddad observou em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo, 144 banhistas que sofreram acidentes com águas-vivas, caravelas, arraias, ouriços-do-mar e até peixes, como o bagre. Isso representa um em cada mil pacientes que entraram no pronto-socorro local, contabiliza Haddad.
O número não é pequeno até porque a maioria das pessoas que foram, digamos, atacadas por um desses animais não chega sequer a procurar ajuda.
É o caso do engenheiro químico gaúcho Antônio Alberto Andrade da Rosa, de 26 anos. Ele perdeu a conta das vezes em que foi queimado por mãe-dágua como os sulistas costumam chamar a água-viva em Tramandaí, praia do litoral norte do Rio Grande do Sul. Dá uma ardência, além de uma dor forte e chata, porque coça, descreve Andrade da Rosa. Então fica um vergão na pele, com a marca dos tentáculos. O histórico de acidentes se deve ao hobby que ele pratica: o surfe. Mas qualquer banhista de final de semana está exposto ao perigo em todo o litoral brasileiro.
A paixão de Rosa pelo mar com 12 anos ele já pegava as suas primeiras ondas não se espelha no trabalho de Haddad. Não sou fã de praia nem gosto de areia, avisa o dermatologista. O que eu gosto é de atender quem está lá. Na época em que esteve entre Botucatu e Ubatuba, não teve do que reclamar. Fez dezenas de atendimentos e percebeu que os ouriços-do-mar são os responsáveis por metade de todos os casos de acidentes nas praias.
Bicho espinhoso
O problema dos ouriços não é o veneno, mas as suas espículas. Quando esses espinhos penetram na pele, se quebram automaticamente, conta o dermatologista Rodolfo Dantas únior, do Hospital Universitário Edgar Santos, em Salvador. Então podem provocar uma inflamação grave.
Se isso ocorrer, a região atingida muda de aspecto, pois fica endurecida e com uma coloração mais escura é uma lesão que os especialistas chamam de granuloma. É preciso, portanto, retirar imediatamente os pedaços do ouriço que ficaram cravados no corpo.
Na capital baiana, como toda cidade costeira, não é preciso ir muito longe para encontrar esses animais. O negócio é ficar esperto para não pisar num deles. Cuidado semelhante vale para evitar o contato com as águas-vivas, as caravelas e as arraias. Nesses casos há veneno. E a dor costuma ser insuportável. Ela pode durar 24 horas.
Menos freqüentes que os ouriços-do-mar são as águas-vivas e as caravelas. No levantamento de Vidal Haddad, um em cada quatro acidentes tinha como responsáveis esses bichos gelatinosos e translúcidos belos, até. Eles são da família dos celenterados, animais com células que liberam substâncias urticantes, explica o biólogo Sérgio Henrique Gonçalves da Silva, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em outras palavras, substâncias que provocam dor e coceira ao mesmo tempo.
Essas células venenosas estão localizadas somente nos tentáculos dos celenterados. Quando se encostam à pele, provocam a sensação de que o local está sendo queimado. Em seguida, ficam as marcas em forma de fios, que desaparecem em poucos dias, sem deixar a lembrança de cicatrizes.
A teoria do xixi
Na maioria das vezes, os cuidados necessários podem ser tomados pela própria vítima. Em primeiro lugar, deve-se retirar os tentáculos da caravela ou da água-viva que eventualmente fiquem aderidos à pele, orienta o dermatologista Rodolfo Dantas Júnior. Outra dica é jogar xixi — isso mesmo! — sobre a área afetada. Há duas razões para isso. A amônia e o calor da urina combatem as substâncias urticantes liberadas, diz Dantas Júnior.
Líquidos em temperaturas altas sempre são antídotos. Qualquer veneno de peixe se degenera no calor, ensina Vidal Haddad. Por isso, deixe o local machucado imerso em água quente entre 30 e 90 minutos. Compressas de água do mar e a aplicação de vinagre, segundo o dermatologista, também ajudam a aliviar a dor.
Mas existem casos em que não se pode abrir mão do atendimento médico. Segundo Dantas Júnior, deve-se correr até o pronto-socorro se a vítima tiver alguns desses sinais, alarmes de que o veneno caiu na corrente sangüínea e pode estar gerando reações como a do choque anafilático:
Respirar com dificuldade.
Ficar zonzo.
Sentir o pulso bater mais forte.

Sofrer queda de pressão.
Acabar com uma vermelhidão muito forte no local.
Guia marinho
Para evitar o susto com as águas-vivas e as caravelas, preste atenção num detalhe: elas nunca estão sozinhas. Quando você vê duas, três ou quatro delas, é hora de sair do mar, pois sempre aparecem em grupos, conta Haddad. Conhecimentos como esses estão prestes a virar livro. A tese do dermatologista vai ser recheada com 200 imagens e se transformar no Atlas de Animais Aquáticos Perigosos do Brasil, que deve ser lançado nos próximos meses pela Editora Roca. Não há dúvida de que o volume vai passar a disputar o espaço do gabinete apertado com a carteira de violeiro, a foto do time de futebol...
25% dos acidentes com animais marinhos são causados por águas-vivas e caravelas
As arraias geralmente não chegam perto da praia. Por isso, os acidentes com elas acontecem com pescadores profissionais e mergulhadores e não com banhistas.
O veneno é poderoso
As águas-vivas e as caravelas não costumam queimar a palma das mãos e a planta dos pés. São áreas mais protegidas
Saiba mais
Visite o site - www.dangerousaquaticanimals.com.br - Organizado pelo professor Vidal Haddad, traz fotos de animais perigosos e dicas do que fazer em caso de acidente.

Ninguém merece!



Busão Escolar parece veiculo movido a lenha, uma fumaceira do “car”....
Já não basta está totalmente “sucateado”, e, ao invés de aspergir a fumaça para cima o efeito é contrário, aspergiu para o interior do ônibus, ou seja, a composição do ar normal é: 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de argônio, e ao inalar a fumaça do escapamento do ônibus, os alunos estavam, ina

lando monóxido de carbono (CO) e correndo risco de morte por asfixiante sistêmico, indignados obrigamos o motorista, ir para a garagem, para trocar de ônibus, conclusão, após vários telefonemas e BLA, BLA, BLA, a união dos alunos prevaleceu, chegamos agora em casa. TOss, Toss estou com inflamação passageira das mucosas das vias respiratórias.

Moradores de Pedrinhas sofre com furtos de fios eletricos, que somam mais de 10 ações só este ano.

Ilha Comprida, 20 de julho de 2011.



Virou rotina os furtos da rede Elétrica, e vem transtornando a vida de moradores e turistas de Pedrinhas.

Virou rotina, o furto freqüente de cabos utilizados na rede de eletricidade, da Elektro, no bairro de Pedrinhas, e vem causado sérios prejuízos aos moradores e turistas do bairro.
Só este ano mais de 10 ações de furtos foram efetuadas nas imediações do bairro, e nenhum criminoso responsável pela ação foi preso. Sendo furtado os fios da rede elétrica, com ocorrências várias veze, em: 18/02/11, 23/02/11, 24/02/11, 17/03/11, 10/04/11, 27/04/11 e 28/04/11, sendo que no dia 24/02/11 ficamos quarenta horas sem energia, onde a comunidade em geral teve vários transtornos e prejuízo, o comercio local, escola, posto de saúde e os lares que perderam todos os produtos alimentícios perecíveis, assim como o posto de saúde que acabou perdendo suas vacinas. A ocorrência mais recente data nesta, 18 e 19/07/2011, sendo mais de 24h sem energia elétrica.


Ocorre que, o Bairro de Pedrinhas na cidade de Ilha Comprida-SP, fica distanciado do centro da cidade, cerca de 30 km, facilitando as ações dos marginais, e a demora dos policiais, facilitando a fuga dos meliantes. Com o sofrimento constantemente com a falta de Energia, Os moradores do bairro vêm sofrendo com essa criminalidade feita por parte dos agressores, só neste mês foram três ações de furto de fios da rede elétrica sucessivamente, com interrupção da energia elétrica por mais de 24 horas.

Praticado por quadrilhas e também de modo isolado, esse tipo de crime deixa, em uma única ação, cerca de 150 famílias sem luz no bairro, por varias horas.
De uma hora para outra, moradores e turistas ficam sem energia, tendo que arcar com as despesas para reposição do material, que estragam por falta de energia elétrica, além de outros inconvenientes.

Acredito! Que a empresa (Elektro), responsável pelo fornecimento de energia está a amenizar os problemas enfrentados pelos moradores do bairro, enquanto as autoridades policiais lutam para desbaratar quadrilhas que se formam para, a prática desse tipo de furto.

Indignado com tal falto, venho através desta notificar aos órgãos competentes, e que sejam apurados os fatos com transparência, notificando aos moradores, informações detalhadas das kilometragens de fios furtados durante este ano assim como, as atitudes que as demais estão tomando, com respeito aos roubos de fios da rede elétrica, nas imediações do bairro de pedrinhas.

A excelência mão amiga.










A comunidade de Pedrinhas foi agraciada com o corpo do Exército da 2° Divisão em operação de exercícios, nesta terça feira (24-05/11).
As operações do 20° Grupo de Artilharia de Campanha Leve estão com quatro oficiais do exército sendo dois médicos um dentista e um clínico geral, onde as pessoas da comunidade que estão no PSF de Pedrinhas estão passando por triagem e consulta medica no Posto de Saúde.
Com a “bandeira Braço forte mão amiga” a excelência, no atendimento, carisma e eficiência realizada pelos oficiais do Exército, nesta terça feira presenteia a comunidade que sempre está receptiva e de braços abertos, recebendo á todos com amor, paz e carisma, acima de tudo com a humildade de ser cidadão Ilhacompridense.
Parabéns! Ilha Comprida, Parabéns mão amiga.



ilhacompridamais.blogspot.com/

A Cadeira do Pai' filme que terão cenas gravadas em Ilha Comprida, movimenta os balneário-Cidade de Deus, e o balneário de Pedrinhas.



'Parte do filme a “Cadeira do Pai”, já estão com cenas gravadas na cidade, cenas estas gravadas nos balneário Cidade de Deus e Pedrinhas”BARRA”, movimenta os bastidores do cenário cinematográfico, improvisado aos arredores dos balneários e praias de Ilha comprida. O filme que em parte é financiado pelo Pólo de Cinema de Paulínia, tem estréia no inicio do ano de 2012, e que vai custar cerca de cinco milhões de reais, teve cenas gravadas na cidade de Ilha comprida. O longa-metragem que retrata três gerações de homens de uma família, e tem como protagonista o Ator Wagner Moura, junto à frente das câmeras Lima Duarte, e Mariana Lima dirigido por Luciano Moura, à “cadeira do pai” tem como produtores Bel Berlinks, Andrea Barata e Fernando Meirelles. O elenco trata-se de um triller dramático As cenas rodadas na cidade, tem como apoio a prefeitura Municipal e os departamentos de Transito e Segurança, o filme é produzido pela O2 Filmes, é um roand movie entre pais e filhos, conta a historia de um homem que ao ir em busca de seu filho reencontra seu pai e a si mesmo, Wagner Moura é o médio Theo Gadelha, casado com a também medica Branca( Mariana Lima), pai do adolescente Pedro (Brás Antunes) e filho de um pai ausente (Lima Duarte). De repente sua mulher pede a separação, seu mentor e pai substituto esta morrendo, e para completar, na semana que faria 15 anos seu filho some de casa. Vendo seu mundo desabar, Theo pega a estrada em busca do filho. A Busca se torna uma viagem de autoconhecimento, com mudanças e descobertas.

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